Vera Cruz - RS, terça-feira, 24 de outubro de 2017
Publicado 06/10/2017 » Geral
Na música gaúcha ou na gospel, novos caminhos
Fonte: Jornal Arauto

“Quem quiser saber quem sou, olha para o céu azul...”. A letra é do saudoso Teixeirinha, mas o arranjo mais conhecido e que hora ou outra toca nas rádios é de Oswaldir e Carlos Magrão. A dupla encerra a carreira após 32 anos na estrada e tem a “Querência Amada” como a música de maior sucesso. Nestas três décadas, soma ainda 18 CDs, um DVD e várias participações especiais. Parte deste vasto repertório, de mais de 300 canções, pôde ser ouvido na noite de quarta-feira, na abertura da Oktoberfest. Eles realizaram seu último show em solo santa-cruzense. Oswaldir e Carlos Magrão se despedem dos palcos e começam a trilhar novos caminhos. Os dois na música.

A decisão de se separar foi há cerca de um ano. Partiu do Magrão. Ele sentiu que precisava de mais liberdade para conduzir a vida e seu trabalho paralelo à música gaúcha: o de se dedicar ao universo gospel. Há também outros motivos. “Hoje moro em Santa Catarina, no litoral, e quero trabalhar mais com a minha família. Tenho cinco filhos e quero cuidar mais deles, participar mais da vida deles”, disse. “Nestes 32 anos, passamos mais tempo na estrada”, lembrou. Oswaldir não se opôs à separação e a classificou como “numa boa”. “Eu penso que fizemos um trabalho maravilhoso. Gravamos vários sucessos, fizemos releituras fantásticas. Penso que aquilo que nos propomos a fazer na música a gente fez”, comentou. Diferente de Magrão, Oswaldir seguirá na música gaúcha. Em Passo Fundo, ele dá origem ao “Oswaldir e Quinteto Nativo”. Os shows devem começar em novembro.

Oswaldir e Carlos Magrão cantaram e encantaram Santa Cruz e região na noite de quarta-feira (Foto Arauto)






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