Vera Cruz - RS, domingo, 21 de abril de 2019
Publicado 12/04/2019 » Geral
Como será a Gincana dos 60 anos?
Fonte: Jornal Arauto

Faltam menos de dois meses para o maior evento de Vera Cruz. No ano do 60º aniversário do Município, o que esperar da Gincana, que se realiza nos dias 31 de maio, 1º e 2 de junho? Os quatro elaboradores, Eduardo Nagel, que coordena a disputa, junto de Juliano Pauli, Welton Weber Jr e Gustavo Pedrozo da Silva, receberam a Redação do Grupo Arauto para um bate-papo e ajudar a colocar o município no clima da paixão vera-cruzense. Depois de 10 encontros, mais ou menos, eles atestam: a 31ª Gincana de Vera Cruz está bem encaminhada.
“Tentamos pensar pelo lado das equipes e pelo público”, explica Juliano. Apesar de todos imaginarem a complexidade de elaborar o enigma, por serem várias etapas numa grandiosa tarefa, existem outras igualmente trabalhosas, como as artísticas, frisa Welton, que envolvem recurso empregado, ensaios, reação do público.
NOVIDADE NO REGULAMENTO
O regulamento sempre é a primeira discussão, explica Nagel, e está definido desde março. “Optamos por fazer uma modificação nas inscrições, que dá alguma flexibilidade de escolha às equipes e impacta na abrangência do evento. Entendemos ser positivo para a Gincana e, por consequência, Vera Cruz também ganha com isso. Mais detalhes na reunião com as equipes”, antecipa o coordenador.
PREOCUPAÇÃO COM DINHEIRO
As equipes participantes já estão há tempos bombardeando as redes sociais com avisos de reunião, venda de rifas, camisetas, cardápios dos mais diversos, competições esportivas, eventos sociais. Tudo para engordar o cofrinho e poder viabilizar a participação na Gincana. Aluguel de sede para QG, locação de equipamentos, contratação de profissionais que atuam em coreografia, música, desfile, filmagem e fotografia, por exemplo, estão entre os gastos que aumentam a despesa, geralmente imposta pela própria equipe, na busca de se tornar mais competitiva. Como frear? 
Em todas as tarefas, frisam os elaboradores, é analisado o custo financeiro da equipe, mas todos sabem que cada uma direciona antecipadamente valores para alguns setores. “Em nenhuma tarefa  precisaria ter gente de fora”, assegura Gustavo. Mas Nagel reconhece que mesmo antes da divulgação das tarefas já existe a contratação de profissionais por parte das equipes, mesmo sem saberem o que é exigido, como no caso do vídeo, que geralmente não se avalia a qualidade da imagem, ou seja, não requer produção de cinema.

 

Elaboradores aliam experiência na organização do evento e como participantes da disputa (Foto Arauto)






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