Vera Cruz - RS, terça-feira, 23 de julho de 2019
Publicado terça-feira, 9 de julho de 2019 15:45 »
Tratamento sem cirurgia e sem varizes
Fonte: Jornal Arauto

Já ouviu falar em escleroterapia com espuma? O nome é estranho, porém, esta é uma alternativa para muitas pessoas que sofrem com problemas de varizes. O tratamento é ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), custa mais barato que uma cirurgia e o tempo do procedimento é bem menor. Desde abril deste ano, ainda, a União repassa parte do valor, como forma de diminuir os gastos dos Municípios. Atualmente, a escleroterapia com espuma para pacientes de Vera Cruz, é feita através do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale). 

Para quem sofre com varizes, muitas vezes, o problema vai além do estético. Essas veias torcidas e dilatadas, que aparecem geralmente nas pernas e nos pés, podem provocar dor e inchaço e sinalizar que algo não está bem na circulação do sangue. Entre os tratamentos, a escleroterapia com espuma  possui algumas vantagens por ser realizada em nível ambulatorial. Se comparado com a cirurgia, que leva em torno de duas horas, esse procedimento é mais rápido, podendo durar cerca de cinco minutos. Dessa forma, mais procedimentos podem ser realizados em um período de tempo menor. A exemplo, em Vera Cruz foi organizado um mutirão para atendimento dos pacientes,  através do Cisvale, em diversos sábados, entre junho de 2018 e janeiro de 2019. De acordo com a secretária de Saúde, Liseana Palma Flores, foram chamadas cerca de 100 pessoas que passaram por avaliação do médico vascular, por exame, sendo feita uma filtragem desses pacientes. “Desses, alguns foram diagnosticados com outros problemas que não necessitavam da escleroterapia, outros não compareceram, entre outras circunstâncias, e em torno de 83 pacientes realizaram o procedimento da escleroterapia”, conta Liseana. 


MENOS CUSTOS AOS MUNICÍPIOS
Além da rapidez, a escleroterapia com espuma se torna, muitas vezes, um procedimento mais barato para os Municípios, em relação à cirurgia. “A cirurgia é muito mais cara, porque tem que se pagar o bloco cirúrgico, o anestesista e o médico vascular”, avalia a Secretária de Saúde. Já para realizar o tratamento, Liseana explica que o Município deve custear os exames, a consulta, o material que é usado para realizá-lo e o da repetição, caso seja necessária. 

Segundo o Cisvale, para realizar o procedimento, o município encaminha o paciente via Consórcio para consulta com o médico vascular, que faz o diagnóstico por meio do exame Ecodoppler e indica o tratamento. 

Inicialmente, este tratamento era totalmente custeado pelo Município, mas desde abril deste ano, a União repassa parte do valor via tabela SUS. Para cada procedimento realizado, a União destina cerca de R$ 300 aos Municípios.

Confira a matéria na íntegra na edição desta terça-feira, do Nosso Jornal.

A escleroterapia com espuma é um procedimento ambulatorial e não exige anestesia (Foto: Jornal Arauto)


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